quarta-feira, 17 de julho de 2013

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA FAAP: INSCRIÇÕES ATÉ 31/7

Podem participar do processo de seleção artistas visuais que desejam desenvolver pesquisas na capital paulista
Artistas brasileiros - que residem fora do Estado de São Paulo - e estrangeiros têm até o próximo dia 31 de julho para fazer a inscrição na Residência Artística FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado). Localizado no Edifício Lutetia, região central da capital paulista, o espaço tem capacidade para receber, simultaneamente, até 10 artistas, que poderão ficar hospedados de fevereiro a início de julho de 2014.
A Residência Artística FAAP tem como objetivo principal servir de residência temporária para artistas visuais que desejam pesquisar e desenvolver projetos na capital paulista. Concebida nos moldes da Cité des Arts, em Paris - local que hospeda artistas do mundo todo, inclusive os da FAAP, graças ao convênio firmado entre as duas instituições -, o espaço é uma das formas mais características de apoio e incentivo ao desenvolvimento das artes.

Os artistas interessados devem participar de um processo de seleção. Para isso, é necessário encaminhar o projeto que pretende desenvolver em São Paulo, além de documentos como cartas de recomendação, currículo, fotografia 3X4, portfólio e a ficha de inscrição. Também devem apresentar uma proposta de interação com os alunos e os professores da Fundação, uma vez que a Residência Artística tem como objetivo promover a troca de experiência dos residentes com a comunidade FAAP, além de ampliar estas trocas com a comunidade artística, em especial a paulista. Essa interação acontece por meio de palestras, workshops, parcerias, entre outras atividades.
Informações sobre toda a documentação necessária para o processo seletivo estão disponíveis no site www.faap.br/residenciaartistica. Também podem ser obtidas pelo telefone +55 (11) 3101-1776, pelo e-mail resartisfaap.info@faap.br ou pelo skype: residencia.artistica.faap.


INFORMAÇÕES:             FAAP / WN&P COMUNICAÇÃO
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SP 07/2013

Aprovação do Governo Dilma despenca após manifestações

Aprovação do Governo Dilma despenca após manifestações

As manifestações nas ruas brasileiras revelaram a insatisfação da população diante da classe política e de suas ações cotidianas. Segundo o levantamento do instituto MDA encomendado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), indicam que a aprovação do Governo Dilma está caindo assustadoramente após as demonstrações de descontentamento geral. O professor Roberto Gondo, de Marketing e Comunicação Integrada da Universidade Presbiteriana Mackenzie explana sobre essa queda na popularidade.

"Em um momento de reflexão e articulação de estratégias para garantir popularidade e o poder, a Presidenta Dilma busca realizar ações que garantam bom apelo popular, mas está sendo perceptível pelas últimas pesquisas que isso não será o suficiente para evitar o crescimento dos potenciais adversários na disputa da presidência no próximo ano. Se isso não bastasse para tirar o sono de Dilma, os cuidados para que não tenha riscos de disputa e articulação dentro do seu próprio partido são representativos. Afinal, manter o poder enobrece, mas também pode causar um vício de proporções inimagináveis, estimulando até o fogo amigo".

O prof. Dr. Roberto Gondo é doutor em Comunicação Política, mestre em Administração Pública. Docente da Universidade Presbiteriana Mackenzie e Presidente da Sociedade Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais de Comunicação e Marketing Político - POLITICOM.

O professor está disponível para comentar e discutir o tema. Para agendar, entre em contato com a assessoria de imprensa.

Sobre o Mackenzie

A Universidade Presbiteriana Mackenzie está entre as 100 melhores instituições de ensino da América Latina, segunda a pesquisa QS Quacquarelli Symonds University Rankings, uma organização internacional de pesquisa educacional, que avalia o desempenho de instituições de ensino médio, superior e pós-graduação.

Universidade Hebraica de Jerusalém terá alunos da Arábia Saudita, Irã e do Líbano em curso online


A Universidade Hebraica de Jerusalém (UHJ) começou a ministrar seu primeiro curso em colaboração com a Coursera – plataforma de cursos de alta qualidade, gratuitos, online, ministrado por professores das melhores universidades do mundo em assuntos de várias áreas do conhecimento. O curso na UHJ, sobre sinapse, neurônicos e cérebro, reúne 40 mil estudantes de todo o mundo e inclui, entre outros, alunos do Irã, Líbano e da Arábia Saudita.

“O curso incorpora um fórum ativo onde se convida os estudantes a formular questões e manter conversações ativas. Os alunos são provenientes de diferentes lugares e alguns não têm nenhum conhecimento prévio no campo da investigação sobre o cérebro”, diz Guy Eyal, um dos moderadores. “O mais interessante é que os estudantes são procedentes de dezenas de países diferentes; isto é a globalização em sua máxima expressão”, diz o professor.

A Universidade Hebraica de Jerusalém é a única entidade israelense que tem um programa de colaboração com o Coursera, onde se uniu a universidades como John Kopkins, Princeton e Stanford, entre outras.

Mais informações através do link:


Informações:

Assessoria de imprensa do Cembri – Centro de Mídia Brasil-Israel

Ex-Libris Comunicação Integrada

Cristina Freitas (21) 2204-3230 / 9431-0001 - cristina@libris.com.br

Raphaela Gentil (21) 3072-7382 / 8014-0341 - raphaela@libris.com.br

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Sem risco de bolha


Luiz Augusto Pereira de Almeida*

Há cerca de um ano (20/05), neste mesmo jornal, seção imóveis, escrevi artigo intitulado “Mercado vai se valorizar”, no qual tentei reunir os fatores que indicavam uma continuidade na valorização dos imóveis.  De lá para cá, segundo o índice ZAP-FIPE, o mercado de São Paulo cresceu cerca de 14,9%. Pois bem, passado um ano, a questão permanece: existe uma bolha imobiliária? O mercado continuará se valorizando? Melhor comprar agora ou esperar?
De pronto, eu afastaria qualquer sinal de bolha imobiliária no Brasil. O que se verificou em países onde este episódio ocorreu não passa nem perto do quadro econômico-imobiliário que estamos vivendo no Brasil. Só para exemplificar: na Espanha, de 1997 a 2007, para uma população de 47 milhões, construíram-se 5,7 milhões de imóveis. O crédito imobiliário chegou a representar 102% do PIB espanhol. Existem atualmente um milhão de imóveis vazios e 100 bilhões de euros de crédito em atraso.  A Irlanda, com 4,5 milhões de pessoas, experimentou, entre 1996 e 2005, a construção de mais de 500 mil habitações. Hoje, existem mais de 300 mil imóveis vagos. Nos Estados Unidos, os créditos imobiliários concedidos chegaram a ser apelidados de “Ninja”, no incomeno jobsno assets (sem renda, sem emprego, sem patrimônio). Pessoas chegaram a financiar mais de três móveis. Ou seja, um misto de efeito manada, com ganância desmedida. Sem comentários...
O forte crescimento imobiliário experimentado pelo Brasil, nestes últimos anos tem fundações bem mais sólidas. A estabilização da moeda propiciou considerável aumento de renda, especialmente nas classes C e D.  A medida que temos uma classe média ascendente, é natural que essas pessoas ambicionem adquirir sua casa própria. E não se trata de comprar dois ou três imóveis. Ao contrário, o brasileiro de classe média valoriza essa decisão, analisa-a com cuidado e, se tiver de abrir mão de outros bens para pagar seu imóvel, fará exatamente isso. Afinal, ter um teto é o maior desejo, e legar um bem de raiz aos descendentes continua a ser motivo de orgulho e tranqüilidade para pais e mães de família. 
A relação crédito imobiliário versus PIB, não obstante estar crescendo ano a ano, não chega a 7%, bem abaixo da média mundial, que gira entre 30 a 45%. E mais, o sistema financeiro do País sofre forte regulação. É grande a quantidade de informações que o setor bancário precisa repassar para o Banco Central quando vai realizar uma concessão de crédito, o que afasta a possibilidade de se formarem as chamadas “situações de risco sistêmico”. Além disso, não é fácil conseguir crédito no Brasil. Os bancos questionam minuciosamente a capacidade de pagamento daqueles que se candidatam a obter qualquer modalidade de financiamento, especialmente o imobiliário. Não é à toa que o sistema financeiro vem continuamente expandindo sua carteira de crédito imobiliário, cujas taxas de inadimplência são as mais baixas do setor, não chegando a 2%.
Contudo, um dos mais importantes de todos os fatores é o equilíbrio entre oferta e demanda. Apesar de muitas pessoas terem adquirido imóveis nos últimos dez anos, graças, sobretudo, à retomada de uma política de concessão de crédito imobiliário – algo que ficara praticamente esquecido desde o final do milagre econômico dos anos 70 –, o déficit habitacional, segundo o IBGE, ainda ultrapassa os oito milhões de moradias. Temos, portanto, um longo caminho a percorrer antes de entrarmos numa situação de “bolha”. Há espaço no mercado para todo tipo de empreendimento, desde unidades adequadas à faixa de renda do importante programa “Minha Casa, Minha Vida”, até bairros planejados.
Por outro lado, não é possível imaginarmos que os preços dos imóveis permaneçam subindo indefinidamente. A contínua valorização nos últimos cinco anos, de mais de 170%, em média, aparenta esgotar-se e, em alguns locais onde houve grande concentração de lançamentos, as construtoras estão fazendo ajustes de estoque e promovendo descontos. Porém, engana-se quem pensa que os preços dos imóveis despencarão na cidade de São Paulo. Inúmeros outros fatores, como falta de terrenos, demora nas aprovações (entre setembro de 2012 e abril de 2013, a Prefeitura de São Paulo aprovou apenas dois projetos), ausência de outorga onerosa, custos de compensações urbano-ambientais e crescimento demográfico impedem essa esperada desvalorização. Devemos passar o ano de 2013 acompanhando o ritmo inflacionário.

*Luiz Augusto Pereira de Almeida é diretor da Fiabci/Brasil e diretor de marketing da Sobloco Construtora

Ingressos para o Prêmio Mérito Empresarial 2013 já estão à venda na Acig

Os ingressos são limitados, por isso é necessário retirá-los com antecedência



A partir desta sexta-feira (5), a Acig (Associação Comercial e Empresarial de Guarapuava) inicia a venda dos ingressos para o maior evento empresarial de Guarapuava, o Prêmio Mérito Empresarial 2013. A expectativa dos organizadores é grande, pois este ano o evento será realizado no Pahy Centro de Eventos e deverá contar coma presença de cerca de mil pessoas.



O evento é promovido pela Acig e pelo Conjove (Conselho do Jovem Executivo) para homenagear empreendedores locais e comemorar o dia do comerciante. Na noite do Prêmio Mérito, serão conhecidas as micro, pequena, média e grande empresas exemplo de gestão em Guarapuava. Empresas que em 2013 completam mais de dez anos de fundação também serão homenageadas.



Segundo a gerente comercial Kelly Soares, este ano o evento estará de cara nova. “Com base em pesquisa realizada com cem associados da Acig, reformulamos desde a estrutura até o cerimonial do evento. Além das homenagens, a apresentação da banda Bee Gees One deverá ser destaque na noite, pois trata-se da melhor cover da América Latina dos Bee Gees”, conta Kelly. Ainda segundo a gerente, a banda é tão conceituada que a contratação foi feita no início deste ano, para não correr o risco de perder a agenda dos Bee Gees One Cover no dia do jantar.



O Prêmio Mérito Empresarial 2013 será realizado dia 20 de julho, às 20h no Pahy Centro de Eventos. Os ingressos custam R$75,00 e devem ser retirados pessoalmente na secretaria da Acig, pois é necessário escolher a mesa. O traje indicado para o evento é passeio completo.



Para mais informações, basta ligar no 3621-5501 e falar com Aline Genud.

Soldado do Corpo de Bombeiros homenageia com farda mirim criança com síndrome rara no Hospital Pequeno Príncipe


No dia 27 de junho de 2013 o Sd. Oliveira do Corpo de Bombeiros homenageou com uma farda mirim um paciente do Hospital Pequeno Príncipe, Eduardo Fernandes de Oliveira de 1 ano e 5 meses.
 
Eduardo possui a Síndrome Richieri-Costa Pereira. Descrita em 1992, é caracterizada por baixa estatura, sequência de Robin (malformação congênita relativamente rara, causando severos sintomas de obstrução respiratória), fenda de mandíbula e malformações dos membros. Alterações típicas incluem uma curta laringe, ausência de epiglote, causando assim um fenótipo muito grave.
 
Há 32 casos relatados, apenas uma descrita fora do brasil. Nascido em 17 de janeiro de 2012, em Matinhos – PR, teve seu pré-natal constituído em seis
consultas e quatro exames de ultra-som, não apresentando nenhuma alteração morfológica fetal.
 
Mesmo não apresentando nos exames pré-natal Eduardo teve as seguintes malformações relatadas: displasia radial e deformidade dos dedos em membros superiores, anomalias dos membros inferiores, membros curtos e curvados, deformidade dos pés, deformidade torácica, deformidades
da orelha, epiglote inexistente, rosto com micrognatia e múltiplas fraturas costais devido ao trauma do nascimento.
 
Depois de seu nascimento, a criança teve sua vida praticamente dentro do hospital, vindo a ficar em casa por no máximo 5 meses. Hoje para a sua sobrevivência se faz necessário o uso de traqueostomia para auxiliar na respiração, respirador, gastrostomia para poder se alimentar e vigilância 24h por dia, vigilância esta que é feita por sua mãe Daiany Fernandes de Oliveira de 18 anos, que passa dia após dia a seu lado.
 
 Mesmo com todos esses problemas, a criança sorri quando vê sua mãe, chora quando sente dor, não emite som ou ruídos, mas pode se ver as lágrimas escorrendo em seu rosto.
 
Infelizmente no Paraná não existem muitos recursos para se tratar de uma síndrome rara como esta e a família, assim como a de muitos paranaenses, não possui recursos para tentar melhorar a situação em que se encontram, necessitando assim de toda ajuda possível.





quinta-feira, 4 de julho de 2013

Maior evento contábil do Estado de São Paulo reunirá os grandes nomes da contabilidade pública

A 23ª Convenção dos Profissionais da Contabilidade do Estado de São Paulo apresenta uma programação de palestras voltada especialmente para o profissional da contabilidade que atua no Setor Público.

A convenção acontece entre os dias 18 a 20 de agosto, na capital paulista, e deve atrair cerca de 3.500 pessoas que atuam na área contábil, em todo o estado. O encontro será no Palácio das Convenções do Parque Anhembi.

Os palestrantes, reconhecidos na área de contabilidade pública, falarão sobre sistema Audesp (Auditoria Eletrônica dos Órgãos Públicos do Estado de São Paulo) X NBCASP (Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público) o processo de convergência da Contabilidade no Brasil, Depreciação/ Exaustão/Amortização no Setor Público, reconhecimento de bens públicos, demonstrações contábeis na visão das novas normas.

A programação completa está disponível no site www.convecon.com.br.

Sobre a 23ª convenção

A Convecon é realizada a cada dois anos, organizada pelas entidades CRC SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo), Fecontesp (Federação dos Contabilistas do Estado de São Paulo), Sescon-SP (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo), Sindcont-SP (Sindicato dos Contabilistas de São Paulo), Ibracon (Instituto dos Auditores Independentes do Brasil), Apejesp (Associação dos Peritos Judiciais do Estado de São Paulo) e Aescon-SP (Associação das Empresas de Serviços Contábeis de São Paulo).

Como participar

Acesse o site www.convecon.com.br e se inscreva.

O valor para Profissionais da Contabilidade, professores e profissionais de outras áreas é de R$425,00. A inscrição dá direito à participação em todas as atividades e palestras, com material de apoio. Estudantes não inscritos no conselho pagam R$200,00.