quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Nota de esclarecimento - Gusttavo Lima

A Áudio Mix, escritório que empresaria o cantor Gusttavo Lima, e a Great Assessoria, responsável pela assessoria de imprensa do artista, esclarecem que Gusttavo Lima não tem nenhum tipo de problema com bebidas alcoólicas, como vem a insinuar uma matéria que foi divulgada na manhã desta sexta-feira (1/11) e tem sido replicada por outros sites ao longo deste dia.
Também não há por parte dos produtores e de nenhum outro integrante da equipe do cantor algum tipo de preocupação neste sentido, já que não há razões para isso. A notícia, que nem se quer cita fonte, nada mais é que um comentário sem fundamento, por parte de pessoas que buscam denegrir a imagem do artista, que está em uma das melhores fases de sua carreira.
Vale a pena também esclarecer que a declaração sobre o fim de sua trajetória como cantor, dada no primeiro semestre deste ano, ocorreu em um momento de cansaço físico e psicológico de Gusttavo Lima, que na época estava fazendo uma média de 27 a 30 shows por mês.
Com a saúde e a voz em perfeitas condições, o artista preza com muita determinação por uma vida saudável através da prática diária de exercícios físicos e de alimentação balanceada desenvolvida especialmente para sua corrida agenda de shows.

Pesquisadores debatem se há escassez de engenheiros no Brasil

Três estudos do Ipea sobre o tema serão analisados em evento na próxima terça-feira, dia 5

Afinal, faltam engenheiros no mercado de trabalho brasileiro? A formação é suficiente? Qual é exatamente a demanda por esses profissionais no mercado formal? Estas e outras questões serão abordadas nesta terça-feira, dia 5 de novembro, às 14h, no debate O Brasil enfrenta escassez de engenheiros?. O evento é organizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Observatório de Inovação e Competitividade da USP e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Realizado por videoconferência com especialistas em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Mogi das Cruzes e Califórnia, o debate será baseado no conteúdo de três Textos para Discussão do Ipea que estão em fase de editoração: Evolução da formação de engenheiros e profissionais técnico-científicos no Brasil entre 2000 e 2012, A demanda por engenheiros e profissionais afins no mercado de trabalho formal, e Uma proposta de sistematização do debate sobre falta de engenheiros no Brasil.

O evento terá a participação do presidente do Inep, Luiz Claudio Costa, da diretora de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação, Regulação e Infraestrutura do Ipea, Fernanda De Negri, dos técnicos de Planejamento e Pesquisa Divonzir Gusso, Aguinaldo Nogueira Maciente, Paulo Meyer Nascimento e Bruno Cësar Araujo, de pesquisadores do Observatório da Inovação e Competitividade da USP, do professor de Educação e Economia da Universidade de Stanford Martin Carnoy, de representantes da ABDI e dos especialistas Roberto Lobo Silva Filho e Claudio Moura Castro.

Jornalistas em Brasília e em São Paulo poderão fazer perguntas aos pesquisadores após a realização do debate. Em Brasília, o evento será no auditório do Ipea (Setor Bancário Sul, Quadra 1, Edifício BNDES/Ipea, 16º andar). Em São Paulo, o endereço é Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, nº 380, Butantã. Perguntas enviadas via e-mail ( coletivapublica@ipea.gov.br) ou Twitter (@ipeaonline) também serão encaminhadas aos debatedores.

Confira a programação do evento

Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

www.ipea.gov.br

Fundação pública vinculada à Secretaria de Assuntos Estratégicos, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada fornece suporte técnico e institucional às ações governamentais - possibilitando a formulação de inúmeras políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiro - e disponibiliza, para a sociedade, pesquisas e estudos realizados por seus técnicos.

domingo, 20 de outubro de 2013

Operação GRALHA AZUL V - Polícia Ambiental (Oeste e Sudoeste)


ESTADO DO PARANÁ
POLÍCIA MILITAR
SUBCOMANDO GERAL
BATALHÃO DE POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL
5ª CIA DE POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL

          

NOTA PARA IMPRENSA


Em data de 18 de Outubro de 2013, (Sexta-feira), foi desencadeada em todo o Estado do Paraná, mais uma edição da Operação GRALHA AZUL, que visa a ação fiscalizatória do poder público, através do Batalhão de Polícia Ambiental, coibindo os Crimes contra a Natureza e o Meio Ambiente. Nas Regiões Oeste e Sudoeste do Paraná, a Operação teve como principais alvos, as cidades de Foz do Iguaçu, Cascavel, Palotina e Francisco Beltrão.


O comandante da 5ª Cia/BPMA, Cap. Valdecir Gonçalves Capelli, esclarece que, “A Operação GRALHA AZUL, tem demonstrado sua eficiência para o combate aos Crimes Ambientais, o saldo final tem sido muito positivo durante este ano de 2013. Para as novas edições da Operação já estão em levantamentos pelas equipes especializadas em Meio Ambiente da Polícia Ambiental.”


O objetivo da Operação é atender diversas demandas solicitadas pela população, para a realização de fiscalizações ambientais “Procuraremos atender várias cidades da região Oeste e Sudoeste, combatendo com pulso firme, para ajudar a preservar o que ainda resta do Meio Ambiente no Paraná”, Ressalta Capitão Capelli.


As pessoas podem de forma anônima, realizar suas denúncias através do fone, 45.3527-2424.
    
FOZ DO IGUAÇU

- Foram fiscalizadas, atendendo denúncias anônimas, 04 estabelecimentos com finalidade comercial, que estavam realizando o comércio peixes, sem a documentação necessária para tal, bem como sem as condições de higiene necessárias, para realizarem a venda ao público. Acompanhou a fiscalização da Polícia Ambiental a Vigilância Sanitária deste município. Nesta fiscalização, dois estabelecimento, foram autuados, sendo três pessoas presas, e encaminhadas à 6ª SDP. 49 km de peixes foram apreendidos, e por não terem condições de consumo humano, conforme atestado peal vigilância, foram inutilizados e encaminhados ao aterro sanitário
.

FRANCISCO BELTRÃO- Cumprimento de um mandado de busca e apreensão. Apreendidas, uma arma e diversas munições, dois animais silvestres abatidos, sendo uma cotia e um tatu. Uma pessoa Presa.

- Desmate de floresta e corte isolado de árvores nativas sem autorização do órgão competente, totalizando uma área de 18.000 m². Apreendidos no local, 150 m³ de lenha e 26,79 m³ de madeiras em toras, uma pessoa responderá em liberdade após ter assinado o comparecimento ao Fórum de forma voluntária através do Termo Circunstanciado.


PALOTINA- Apreensão de 07 pássaros nativos mantidos em cativeiro sem autorização ambiental. Localizada ainda na mesma propriedade, uma Esterqueira de porcos, a céu aberto, dentro de uma área de Preservação permanente. O proprietário, responderá por Crime Ambiental.


CASCAVEL- Realizada a fiscalização de duas revendedoras de Palmitos em conserva. Não sendo identificada nenhuma irregularidade.

- Localizada em uma residência 17 pássaros em cativeiro, de espécies nativas; As aves foram apreendidas e encaminhada para os devidos cuidados.

Elaborado por: 1º Ten NILSON


 Ocorrência em Palitina. (Esterqueira em APP e Pássaros silvestres em cativeiro)







 Ocorrências relatadas de Francisco Beltrão







Fotos referentes a fiscalização em peixarias "cladestinas" realizadas em Foz do Iguaçu




















sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Afinal, o que Brasília tem contra o Paraná?

Gleisi apoia projetos de concessão e arrendamentos contrário aos interesses da economia e dos paranaenses
  Não tem sido fácil a vida do governo do Paraná nas suas  relações com o governo Dilma. As posições estratégicas ocupa-das pelos três paranaenses no Ministério – Gleisi Hoffmann, na Casa Civil; Paulo Bernardo, no Planejamento e Gilberto Carvalho, ministro secretário geral da Presidência da República, deveriam ao menos provocar um retorno adequado aos dividendos que o povo paranaense, através do trabalho e pagamento de impostos, credita ao Brasil.
Embora o Paraná apresente um perfil econômico-financeiro melhor que o do Rio Grande do Sul, governado pelo PT, nosso Estado encontra sólidas e súbitas barreiras para obter empréstimos dependentes de aval de Brasília, por exemplo. “Somos o quinto estado do Brasil que mais contribui com arrecadação para a União, mas apenas o 23º em recebimento de verbas federais”, costuma lembrar o governador Beto Richa.
O mais recente exemplo do torpedeamento do interesse do Estado foi preparado nos gabinetes de Brasília, ou mais precisamente nos escritórios da empresa Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP) tratando de licitações para o Porto de Paranaguá
Essa empresa teve a responsabilidade pelos estudos das concessões e dos arrendamentos dos terminais portuários do país. Não só isso, também atuou nos processos de concessão de estradas, portos e aeroportos. O senador Álvaro Dias requereu ao Ministério dos Transportes mais informações sobre a atuação da EBP, lembrando o fato dela “ter participado de reuniões na Casa Civil antes mesmo de autorizada a iniciar seus trabalhos para os arrendamentos nos portos” .
 Porto de Paranaguá
 A proposta da EBP para o porto paranaense foi abraçada pela Secretaria Especial dos Portos (SEP) e pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que antes detonaram solenemente e sem explicações 16 projetos apresentados pela Administração dos Portos de Antonina e Paranaguá (Appa). O curioso é que os estudos são complexos em qualquer porto foram feitos em Brasília. embora se desconheça a existência na capital federal de algum cais, a não ser se assim forem considerados os trapiches dos lago Paraná.
As propostas da APPA são resultado de exigência da antiga lei dos portos (8.630), obrigando todos os portos brasileiros a realizar o “Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto Organizado – PDZPO”, mas o único que cumpriu foi Paranaguá, em agosto do ano passado (BI 1187).
Com mais de seis meses de duração, o trabalho foi realizado pela Fundação de Ensino e Engenharia de Santa Catarina (FEESC) e pelo Laboratório de Transportes e Logística (LabTrans), instituições ligadas à Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), num plano de voo para duas décadas não só para o terminal portuário mas seu envolvimento com a cidade.
Otimista, o superintendente dos portos paranaenses, Luiz Henrique Dividino afirmou na época. “Esse Plano nos possibilitará realizar ações estabelecidas pelo Governo Beto Richa, viabilizar as parcerias público-privadas e buscar recursos para os projetos de expansão, junto ao governo federal”.
O otimismo de Dividino era justificável. O Plano de Zoneamento destacava a possibilidade de o porto diversificar e dobrar o volume de carga nos próximos 20 anos. Isso significa dizer que o porto, que atingiu um volume de 41 milhões de toneladas movimentadas em 2011, 50 milhões em 2012, poderia alcançar mais de 80 milhões nos próximos anos.
O Plano também desenha as novas áreas de expansão em Antonina, Imbocuí/Emboguaçu e em Pontal do Paraná, num total de 50 milhões de metros quadrados disponíveis para crescimento de área e retro área. Mesmo com esse crescimento previsto, o porto ainda conseguiria manter 80% de área preservada na baía.
 E a APPA convocou empresas privadas interessadas na renovação dos arrendamentos vencidos na área portuária (silos, armazéns), para apresentar projetos de expansão.
Trabalho perdido, porque numa atitude de desrespeito com os paranaenses, e as principais instituições representativas dos setores econômicos do Estado, a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, e encarregada de tratar os problemas dos portos brasileiros, tomou duas atitudes. A primeira foi convocar a Brasília o superintendente da APPA, Luiz Henrique Dividino, para comunicar que os projetos apresentados pela APPA estavam descartados. Isso ocorreu 24 horas antes de uma reunião, com a presença agendada da ministra, na sede da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), onde seria feita uma exposição sobre o destino do terminal paranaense, no último dia 27.
Sob a alegação de que o jatinho da FAB que a traria estava com problemas no trem da aterrisagem, como se a Aeronáutica não tivesse outros aviões, ela não apareceu. Em seu lugar vieram dois burocratas da Antaq e Sep.
Para preparar o ambiente, a ministra instrumentou o jornal Gazeta do Povo para dar a manchete: “Porto de Paranaguá terá investimento de R$ 2,6 bilhões” no mesmo dia da reunião na FIEP (27/09). Durante o encontro, porém, seus representantes anunciaram um investimento de R$ 1,6 bilhões, irritando a ministra.
Armou-se uma correria para se acrescentar mais R$ 1 bi, para coincidir com a informação de Gleisi ao jornal curitibano. A Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP/PR), às pressas, divulgou a nota “bilionária”, acrescentando o bilhão faltante.
Coube ao secretário de Planejamento e Desenvolvimento Portuário da Secretaria de Portos (SEP), Rogério Menescal, apresentar o plano do governo federal para concessão de áreas do Porto de Paranaguá.
Nele, o governo federal transforma 17 áreas no Porto de Paranaguá em 10 novos terminais a serem licitados nas áreas de grãos, fertilizantes, granéis líquidos, celulose, carga geral e veículos. Paranaguá ganharia seis novos berços. Com pressa, como se fosse tirar a mãe da forca, a Antaq deu o prazo até o final do mês para que os usuários e interessados nas concessões do terminal paranaense apresentem suas sugestões à Antaq.
O modelo apresentado pelo governo federal preocupa principalmente as cooperativas do Estado. “É um modelo que privilegia as grandes empresas globais. É um nível de investimento que somente elas têm condições de fazer e isso pode ser fatal para o cooperativismo local”, afirmou o diretor empresarial da Appa, Lourenço Fregonese.
Além de unificar as áreas, o vencedor da licitação também será responsável pela construção dos novos berços e do acesso ao porto. “Não foram consideradas as especificidades das cooperativas e do Paraná. É preciso que isto seja revisto”, disse o presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslowski. As cinco áreas de granéis sólidos, por exemplo, foram condensadas em três arrendamentos, com quatro novos berços.
Nesses terminais há hoje áreas de cinco empresas – União Vopak, Coamo, Cargill, Centro-Sul, Bunge – cujos contratos de concessão venceram entre 2012 e este ano. Assim como as seis empresas citadas acima, o contrato da Cotriguaçu – entidade que reúne as cooperativas Copacol, C.Vale, Coopavel e Lar – também está vencido. Os documentos da Casa Civil indicam, porém, que essa área não entrou no novo plano, porque seria tecnicamente inviável, por não estar localizada exatamente na área do porto organizado de Paranaguá e não poder ser licitada junto com as outras.
 Porto de Paranaguá - O produtor paga a conta
Embutido na proposta do governo federal para as concessões no terminal de Paranaguá estará seguramente um reajuste considerável (cerca de 300%) das tarifas portuárias. A Secretaria Especial dos Portos está interessada em aumentar as receitas da administração portuária pública. A APPA é contra. Atualmente cada tonelada de soja embarcada, por exemplo, paga U$ 6,00 ao embarcador, dos quais U$ 2,58 são destinados à administração portuária. Se ocorrer esse reajuste, será repassado aos donos da mercadoria: os produtores rurais.
O risco da Coamo e a insegurança jurídica
 O terminal da Coamo, instalado desde 1990, ou seja há 23 anos, com recursos próprios da cooperativa no Porto de Paranaguá está em risco, apesar de sua eficiência na movimentação da produção agrícola destinada à exportação.
Seu terminal que movimenta carga própria e eventualmente de terceiros sempre é responsável pelo embarque de cerca de três milhões de toneladas.
Se não for dada continuidade ao arrendamento de sua área, onde estão diversas estruturas de recepção e movimentação de granéis, os produtores rurais e o sistema cooperativo brasileiro estarão seriamente comprometidos com os resultados econômicos do seu agronegócio.
Ocorre que esse complexo está instalado em duas áreas contíguas, consequentemente a ausência de uma prejudicará totalmente a operação da outra, e vice-versa.
Esse panorama foi simplesmente ignorado pela Secretaria Especial de Porto e pela Antaq.
Qualquer proposta de mudança nos investimentos e áreas de arrendamentos que eventualmente venham a ser feita estará infringindo a regulamentação da lei, numa declarada tentativa de desencadear um processo de insegurança juridica, preocupando operadores, usuários e principalmente inúmeros investidores interessados no Porto de Paranaguá.
 Papagaio come milho, Periquito leva a fama
 Faceiro como sabiá ao alvorecer, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou que a exportação de soja foi o destaque da balança comercial do país, rendendo US$ 1,9 bilhão em setembro. Foi uma tentativa de desviar a atenção da notícia ruim para o governo. De janeiro a setembro, o comércio exterior do País acumulou um déficit de US$ 1,6 bilhão, ante superávit de US$ 15,702 bilhões em igual período do ano passado. É o maior déficit no acumulado dos primeiros nove meses do ano desde 1998, quando foi deficitário em US$ 3,6 bilhões. O superávit de setembro é 15,9% menor que em setembro do ano passado.
O Ministério só esqueceu de informar que a maior parte desses dólares foi resultado da soja embarcada em Paranaguá. O patinho feio do sistema portuário brasileiro.
| Porto de Paranaguá
O Porto é nosso
Agricultura, indústria, comércio e serviços – 100% do Produto Interno paranaense estão unidos em defesa do Porto de Paranaguá. Em reuniões no dia 1º , em Paranaguá, com os operadores portuários, e dia 3, na sede da Ocepar, em Curitiba, o superintendente da APPA,
Luiz Henrique Dividino detalhou o que o governo federal tenta impor para a operação do terminal paranaense.
A SEP e a Antaq marcaram para dia 21, em Paranaguá, uma audiência pública para ouvir sugestões sobre o processo de concessões e arrendamento das áreas portuárias. O processo será encerrado dia 25, em Brasília.
Não seria necessário tais audiências depois que as Federações e Associações que representam todos os setores da economia decidiram apoiar os projetos apresentados pela APPA e recusados pela SEP/ANTAQ.
 A FAEP e o Porto
 Essa questão do Porto interessa a toda a sociedade  paranaense e principalmente aos 515 mil produtores rurais do  Paraná. No ano passado o terminal movimentou 45 milhões de
toneladas, das quais 70% de produtos agropecuários.
A infraestrutura e a logística são componentes fundamentais no chamado “Custo Brasil”, mas obras nessa área andam – quando andam - a passos de jabuti. A agilidade, competitividade e eficiência nas operações portuárias, rodoferroviárias, de armazenagem, etc, resultam em melhores preços pagos ao produtor.
Como organismo político de representação do setor rural, a FAEP vem atuando na multiplicação de informações de interesse do produtor, apoiando e patrocinando iniciativas que estimulem soluções para a economia paranaense e nacional.
E está atenta sobre movimentos inexplicáveis contra o nosso Estado, como é agora o caso do Porto de Paranaguá.
 Porto de Paranaguá
Álvaro: “A EBP é uma caixa preta”
A intensa atividade da empresa Estruturadora
Brasileira de Projetos (EBP), uma sociedade formada pelo BNDES, Banco do Brasil, Espírito Santo, Bradesco, Citibank, Itaú BBA, Santander, HSBC e Votorantim, na área dos projetos de concessões, chamou a atenção do senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
Em julho passado, o senador paranaense encaminhou ao ministro dos Transportes, César Borges, um requerimento com surpreendentes indagações sobre a EBP. Como de hábito,
em vez de abrir a “caixa preta”, como Álvaro classifica as operações da empresa, o Ministério preparará respostas evasivas para mantê-la fechada.
“A EBP tem sido a responsável pela formatação dos processos de concessão para a iniciativa privada de infraestrutura pública como estradas, portos e aeroportos. Trata-se, deste modo, de uma verdadeira caixa-preta as relações desta empresa com o governo”, lembra o senador em seu requerimento.
A empresa foi a responsável pelas concessões de três aeroportos - Guarulhos, Viracopos e Brasília e ficou com a responsabilidade pelos estudos das concessões no setor e dos arrendamentos de 95 terminais portuários, segundo o mesmo documento. “A EBP tem participado de reuniões na Casa Civil antes mesmo de autorizada a iniciar seus trabalhos para os arrendamentos nos portos”, relatou Álvaro.
Nas indagações ao ministro, o senador questiona o comportamento da empresa na área das concessões rodoviárias e dos maiores aeroportos do país.
“Tantos bilhões sendo discutidos por prazos que podem chegar até 40 anos, mas, pasmem, não houve, em nenhum caso, abertura de chamada ou concorrência pública  para a apresentação dos estudos. Formalmente, o governo não  tem relação contratual com a EBP. Dá apenas uma autorização,  por meio de portaria ministerial, para a elaboração de estudos técnicos”, se surpreendeu Álvaro. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

BR-277: Bernardo Carli confirma início da duplicação até o fim deste mês

O deputado estadual Bernardo Ribas Carli confirmou nesta quarta-feira, 11 de setembro, que as obras de duplicação da BR-277, partindo de Guarapuava sentido Trevo do Relógio, devem começar até o fim deste mês de setembro. A informação foi repassada ao parlamentar pelo governo do Estado por meio do DER, Departamento de Estradas de Rodagem, da Secretaria de Infraestrutura e Logística.
Conforme explicou Carli, estão liberados recursos para a primeira etapa das obras, que começarão na continuidade da duplicação já existente no perímetro urbano e irão até a ponte sobre o Rio das Mortes, totalizando 6,6 quilômetros.
“Estou muito feliz com esta informação e por poder compartilhar com toda a população de Guarapuava e região. Inúmeras pessoas utilizam esta BR diariamente e o número de acidentes tem preocupado a todos nós. Por isso não medi esforços e reivindiquei junto ao governo do Estado este investimento, que é tão importante e tão aguardado pelos paranaenses há anos”, destacou.

Carli esteve em audiência com o diretor geral do DER, Nelson Leal, para o qual solicitou prioridade e agilidade nos processos. O parlamentar ressaltou ainda que a conquista se deve, também, ao empenho e ao diálogo aberto que o governador Beto Richa mantem com as concessionárias de pedágio.

sábado, 24 de agosto de 2013

Policiais Federais no Paraná irão parar por 48 horas

 A paralisação no Paraná faz parte de uma ação nacional da categoria, que reivindica a reestruturação da carreira dos policiais federais em todo Brasil, além de condições dignas de trabalho.

Os policiais federais que atuam no estado do Paraná, incluindo as delegacias do
interior do Estado, irão paralisar suas atividades por 48 horas a partir de
segunda-feira, 26 de agosto. A categoria pede reestruturação da carreira com
regras e atribuições claras, eficientes e que privilegiem o mérito dentro do órgão,
além do fim do assédio moral na PF e uma gestão democrática e profissional da
instituição.

A paralisação no Paraná acompanha a ação  nacional que começou  
na semana passada, coordenada pela FENAPEF – Federação Nacional dos
Policiais Federais, em busca da reestruturação da carreira policial federal. Entre
outras reivindicações, estão o reconhecimento das atribuições de nível superior,
fim do assédio moral, igualdade de oportunidades dentro do órgão, leis que
garantam a gestão meritocrática na PF, soluções que resolvam a degradação da
instituição e que evitem o êxodo de policiais para outras carreiras que apresentam
melhores condições de trabalho e possibilidade de futuro profissional mais
promissor que na PF.

A sociedade brasileira clama por uma atuação contundente contra a corrupção
e o crime organizado, o que contrasta com o sub-aproveitamento dos policiais, a
desmotivação dos policiais que atuam na linha de frente contra o crime
(recentemente demonstrada em pesquisa interna), o assédio moral e a gestão
ineficiente e amadora do órgão, além de privilégios arcaicos à classe dirigente.
É inadmissível a situação em que a PF se encontra hoje à mercê de uma gestão
sem compromisso com a Instituição e que tem levado o órgão a uma ineficiência
generalizada, além da forma antidemocrática com que os Recursos Humanos
da instituição (leia-se, seus policiais e servidores administrativos), são tratados.
A Polícia Federal está doente, a quem interessa uma Polícia Federal inoperante?
PARALISAÇÃO JÁ
A concentração se dará na Superintendência da Polícia Federal a partir da 09
horas do dia 26/08/2013 e uma manifestação pública será levada a efeito no
dia 27/08/2013 em frente à ALEP. Por orientação da FENAPEF, novas paralisações,
atos e protestos devem ocorrer nos próximos dias tanto no Paraná quanto em
outros estados para que a sociedade e o governo sensibilizem-se com a situação
dos policiais federais e com suas reivindicações.

Fernando A. Vicentine
Presidente do SINPEF-PR


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Obras de reconstrução na pista de motocross

Na tarde desta sexta-feira (23), o prefeito Cesar Silvestri Filho, acompanhado do presidente da Surg (Companhia Serviços de Urbanização de Guarapuava), Fernando Damiani, visitou a pista de motocross do Parque Recreativo do Jordão, que foi reestruturada, através da parceria da Prefeitura de Guarapuava, Governo do Estado e Federação Paranaense de Motociclismo. “Guarapuava vive um novo momento, no qual o esporte está recebendo todo o apoio, para que possamos sediar grandes eventos estaduais e nacionais, como a 3ª etapa do Campeonato Paranaense de Motocross, neste final de semana”, afirma o prefeito.

Para receber competidores e visitantes, a Surg e a Secretaria de Obras estão fazendo vários serviços, que incluem a revitalização de um trecho de seis quilômetros da avenida Rubem Siqueira Ribas, cascalhamento das estradas internas, roçada nas ruas, pintura da ponte, instalação de lixeiras, limpeza, desobstrução de galerias, tapa buracos e manutenção das sinalizações horizontais e verticais. Com o apoio da Prefeitura de Guarapuava, a 3ª etapa do Campeonato Paranaense de Motocross RPC TV deve receber 300 atletas do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e do Paraguai, neste final de semana (24 e 25).

Assessoria de Imprensa PMG